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domingo

Sinopse:
Qual a relação entre Isaac Newton e uma série de crimes ocorridos na universidade de Oxford, em 2006? Mergulhe no mundo da alquimia, da ciência, da astronomia e do ocultismo num empolgante mistério que nos faz recuar 300 anos.

Na cidade de Oxford, uma jovem é brutalmente assassinada e, em lugar do coração, o assassino deixa uma moeda de ouro antiga. Vinte e quatro horas depois, outra jovem é morta e encontrada com uma moeda de prata no crânio vazio.
Laura, uma jornalista especializada na cobertura de crimes, e Philip, fotógrafo da polícia e pai da sua filha, envolvem-se na investigação destes crimes. Juntos descobrem que estes assassinatos são parte de um ritual que remonta ao século XVII e que envolve personalidades distintas, como Sir Isaac Newton, em busca da Pedra Filosofal.
Numa luta desesperada contra o tempo, Laura e Philip tentam evitar que o criminoso complete a série de assassinatos rituais, sem saberem que o último alvo pode estar demasiado próximo...
Equinócio é um thriller fascinante que atravessa séculos, desvenda mistérios da alquimia e da astrologia e aborda a demanda pela Pedra Filosofal.


Críticas da imprensa:
«Michael White consegue criar mistério de uma forma absolutamente original. A leitura deste livro irá, sem dúvida, exercer uma atracção mágica no leitor.»
Sydney Morning Herald

«Equinócio é um apaixonante encontro entre misticismo e crime… um romance cativante que nos faz olhar de uma maneira diferente a literatura.»
The Bookseller


Sobre o autor:
Possui uma página na internet- AQUI
Michael White foi músico profissional, professor de ciências, colunista, editor de ciência da revista GQ e consultor da série The Science of the impossible, do canal Discovery.
Membro honorário da Universidade de Curtin, no departamento de Investigação, vive na Austrália, com a mulher e os quatro filhos. Equinócio é o seu primeiro romance.


A minha opinião:
Este livro retrata Isaac Newton (de uma forma muito curiosa e com base em factos reais) e a sua demanda pela Pedra Filosofal, através da Alquimia, da ciência, da astronomia e do ocultismo. É a partir de Newton, dos seus actos e suas consequências, que uma autêntica bola de neve se forma até chegar ao seu culminar em 2006.
No início não senti este livro a 'agarrar' a minha atenção pois acho que, apesar da descrição dos incríveis assassinatos a acção tornou-se lenta, quase um arrastar de acontecimentos. O autor apresentava um acontecimento ou facto ficcionado e 'espremeu-o' ao máximo, só depois passando à acção seguinte. Mas achei muito criativa a relação entre os assassinatos e a astronomia.
No entanto, nas últimas páginas consegui gostar bastante da história, absorvendo-me a atenção por completo como um bom livro deve fazer. O segundo e último ponto negativo deste livro é que, na minha opinião, o mau da fita foi demasiado óbvio.
Apesar disto tenho que dizer que é uma leitura razoável. Não posso considerá-lo um bom thriller, mas sim um bom livro para entreter.
Um aspecto tremendamente positivo é a quantidade de factos reais presentes nesta ficção (alguns um pouco alterados como é obvio) e o cuidado que o autor, Michael White teve em explicar aos leitores certos pormenores num último capítulo chamado "Os factos por detrás da ficção". Fiquei atónita com o que aprendi através deste último capítulo!
(28 de Setembro de 2007)
"O que é que têm em comum a física quântica, a máfia russa, o cálculo das probabilidades, a teoria da relatividade, o póquer, a epilepsia e a espionagem?
Um teorema matemático! A estranha viagem de um homem muito para além dos limites do possível.
David Caine é epiléptico, mas com uma extraordinária capacidade para a matemática e para o cálculo mental, e passa todas as noites a jogar póquer. Mas Caine é um homem atreito a ataques epilépticos incapacitantes e, certa noite, comete um dispendioso erro de cálculo, sofrendo a convulsão mais grave que alguma vez tivera. E perde o controlo da sua vida.

Desesperado por recuperar o equilíbrio, concorda em participar nos testes de uma droga experimental com enervantes efeitos secundários. Subitamente tem visões do passado, do presente e do futuro; ou está a vislumbrar uma realidade alternativa, ou está à beira do precipício de um colapso psicótico. A química e o destino conluiaram-se para conceder a David Caine a espantosa capacidade de prever as consequências das suas acções e as probabilidades dos vários resultados; tanto dos bons como dos terríveis.
Mas com este "dom" vem um grave perigo, pois ele não é o único a conhecer o seu segredo. Poderes assustadores que operam na sombra, querem controlá-lo, forçando Caine a procurar a ajuda da mais improvável das aliadas - uma bela agente renegada da CIA, especializada nas artes da morte - numa corrida desesperada pela sobrevivência, com a sanidade segura pelo mais frágil dos fios.
Improvável é uma emocionante amálgama de acção explosiva, voltas e reviravoltas engenhosas, personagens dinâmicas, escrita entusiasmante e deduções brilhantes."
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Apesar de adorar matemática e o cálculo de probabilidades não achei que aqueles pormenores matemáticos ao início me ajudassem a 'entrar' na história e contribuíssem muito para o enredo, mas soube bem recordar certos cálculos.
Para ser sincera comecei a gostar muito mais da história a partir da página 158. A partir do momento em que a "experiência" do Dr. Tversky começa a encaminhar para algo que ele não esperava...
Para mim, foi a partir daqui que este livro verdadeiramente começou a 'aquecer' e comecei a ler bastante mais rápido tal era o meu entusiasmo.
Mesmo assim acho que este livro não é de todo dos melhores thrillers que já li. Na minha opinião, o carácter improvável de algumas partes do enredo diminui um pouco a qualidade deste livro.
(19 de Agosto de2007)
E se a sua família fosse uma mentira?
E se o seu nome fosse uma mentira?
E se a sua vida fosse um conjunto de Belas Mentiras?
Se Ridley Jones tivesse acordado dez minutos mais tarde ou tivesse apanhado o metro em vez de um táxi, ainda estaria a viver a bela mentira a que costumava chamar vida. Ainda seria a filha mimada de uns pais extremosos. Mas duas decisões insignificantes colocam-na no local e no instante certos para praticar uma boa acção, desencadeando uma série de acontecimentos que irá virar do avesso o mundo de Ridley...

Uma boa acção projecta Ridley Jones, jovem jornalista nova-iorquina, na primeira página dos jornais. Pouco tempo depois, Ridley recebe em casa a fotografia de uma criança com a legenda «És a minha filha?». Na suspeita de que o mundo em que vive e a sua identidade são uma ilusão, Ridley questiona tudo o que sabe acerca de si própria e descobre que todos os que a rodeiam lhe escondem algo...
No entanto, estar no lugar errado à hora certa desencadeia uma série de eventos reveladores: a sua família não é o que ela pensa, o seu nome talvez seja falso, a infância que julga ter tido pode não ser a sua.
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Simplesmente adorei este livro!
Com um ritmo incandescente, semelhante a um bom thriller que vemos no cinema, é muito difícil não nos deixarmos absorver pela sua leitura.
Ridley Jones (a protagonista desta estória) salva uma criança de um -quase- trágico acidente.
Devido à sua bravura e coragem é entrevistada por tudo o que é media. Por causa da sua fotografia ter sido imensamente publicada e exposta, ela recebe uma estranha e misteriosa carta que vai despoletar todo o desvendar deste imenso imbróglio que foi a sua vida. Carta esta que simplesmente continha um número de telefone e uma pergunta: "És a minha filha?"
Além disso, surge na mesma altura, um belo e muito atraente inquilino no prédio onde Ridley habita. Coincidência ou premeditação?
(14 de Julho de 2003)

quarta-feira


Quando um famoso cientista do CERN é encontrado brutalmente assassinado, o professor de simbologia Robert LAngdon é chamado para identifcar o estranho símbolo garvado no peito do cientista. A sua conclusão é avassaladora: a marca é de uma antiga Irmandade chamada Illuminatti, supostamente extinta há séculos e inimiga da Igreja Católica.
Em Roma, o Colégio dos Cardeais está reunido para eleger um novo Papa quando se aperceb de que foram raptados quatro cardeais; ao mesmo tempo a Guarda Suíça é informada de que uma perigosa arma está na Cidade do vaticano com o propósito de a destruir. Robert Langdon, ajudado por Victoria Vetra, cientista do CERN, procura desesparadamente a antimatéria no meio das intricadas pistas deixadas pelos Illuminatti, lutando contra o tempo para salvar o vaticano.


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Tenho que admitir que após as primeiras páginas comecei a esmorecer na leitura deste livro por me lembrar tanto do 'Código Da Vinci'. Mas face à vertiginosa velocidade de acontecimentos descritos não consegui largar mais as páginas que lia!
Deste livro tenho que evidenciar 3 aspectos muito positivos:
1- A excelente integração de História (Monumentos, personalidades, factos, ...) neste livro de pura acção.
2- A maravilhosa ironia do autor que me fez sorrir no meio daquela tensão e suspense (o relógio do rato Mickey no pulso de um professor de Harvard; a relação 'tumultuosa' entre Olivetti e Vittoria Vetra...).
3- A reviravolta do final que, para mim, foi completamente inesperada (embora tenha achado alguns pormenores um pouco melodramáticos demais).
(18 de Abril de 2007)

quinta-feira

    Este livro é o segundo desta autora publicado através da colecção «O fio da navalha». O ponto de partida é o caso de uma escritora fugitiva que estranhamente abre a porta ao próprio assassino, expondo-se a uma morte atroz e violenta. À medida que a Dra Kay Scarpetta, médica legista, e o polícia Marino investigam o estranho caso, mais próximos estarão deste assassino invulgar, arriscando mesmo as próprias vidas.Já há muito tempo que não lia um livro tão rapidamente e avidamente!

    (04/01/2007)