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segunda-feira

Sinopse:
Joseph O'Loughlin aparenta ter uma vida perfeita: uma mulher bonita, uma filha afectuosa e uma carreira bem-sucedida como psicólogo clinico. Porém, até a existência mais irrepreensivel pode, num abrir e fechar de olhos, desmoronar-se. Para tal basta uma rapariga assassinada, um jovem perturbado e a maior mentira da sua vida.
Quando uma jovem mulher é encontrada morta junto a um canal londrino com várias facadas - todas auto-infligidas - a policia pede ajuda a Joe. Será um caso de homicidio ou de suicidio? Qem é a vitima? Relutantemente, Joe concorda em ajudar. O corpo vandalizado que lhe é mostrado na morgue é afinal de uma pessoa que ele conhece: Catherine Mary McBride, enfermeira e antiga colega...
Enredado numa complexa teia de enganos e obcecado por imagens da rapariga assassinada, Joe embarca numa demanda que o levará de Londres a Liverpool e até aos recessos mais tenebroos da mente humana. Por fim, arriscará tudo para desmascarar o assassino e salvar sua familia.
A minha opinião:
Andei literalmente a arrastar as páginas deste livro. Não o achei nada emocionante como esperava e devo dizer que me desiludiu bastante.
As personagens não tem qualquer profundidade psicológica e pareceu-me que o escritor deixou a criação deste livro apenas na superfície. Este enredo tinha ainda muito para dar se fosse bem explorado.
Acho que o li numa altura má. Ainda passou pouco tempo deste que li o "Terapia de choque" que tanto me absorveu e posso estar a comparar este livro com o outro que referi. Não sei...
(2 de Dezembro de 2007)

sábado


Sinopse:
Quem matou Rasputine? Que segredos foram enterrados com ele? A História dos últimos dias de Rasputine contados pela filha mais velha.

Depois de a fúria da Revolução Russa ter "varrido" Nicolau e Alexandra do trono da Rússia Imperial, foi criada uma comissão especial para investigar as "forças obscuras" que causaram a queda dos Romanov. A atenção centrou-se em Grigori Rasputine que, referenciado como "santo" e com poderes "sobrenaturais", esteve sempre muito perto do trono.
A comissão interroga então Maria, a mais velha dos filhos de Rasputine, que relata os dias de uma Rússia em tumulto, onde a poderosa influência de seu pai, preocupante para muitos, constitui uma verdadeira ameaça à sua vida. Enquanto crescem as conspirações contra ele, Maria debate-se com a verdadeira natureza de Rasputine - os seus desenfreados apetites carnais, as relações misteriosas com a imperatriz e os rumores de envolvimento em cultos religiosos secretos.
A Filha de Rasputine trata-se, no fundo, de um romance onde Maria revela como tentou (em vão) salvar o pai, quem realmente o matou e, sobretudo, os segredos perversos escondidos pelos assassinos.

A minha opinião:
Gostei de ler este livro especialmente pelo conteúdo histórico que ele apresenta. Convida-nos a entrar no mundo atraente de czares e do famoso Rasputine. Esta personagem misteriosa possui muitas mais facetas do que eu imaginava! De herói, a protector, visionário, milagreiro, fascinante, ignorante, simplório a promíscuo.
A personagem principal, a filha de Rasputine (Matriona Grigorevna Rasputine) é uma menina que ao longo do livro desperta para as complicações e conspirações da sociedade russa do seu tempo, ao mesmo tempo que lida com a controversa personalidade do seu pai.
Esta história é apresentada ao leitor como um inquérito a Maria sobre o que realmente aconteceu e quem de facto assassinou Rasputine. O que lemos é então o relato de Maria sobre os acontecimentos que levaram à destruição da sua família, dos czares e da Rússia.
Achei que a descoberta da identidade do assassino de Rasputine não foi nada empolgante. De facto,foi mesmo óbvio! E é este o ponto fraco deste livro.
(7 de Novembro de 2007)

segunda-feira

Sinopse:
Esta é a história verídica e comovente da relação entre uma professora que ensina crianças com dificuldades mentais e emocionais e a sua aluna, Sheila, de seis anos, abandonada por uma mãe adolescente e que até então apenas conheceu um mundo onde foi severamente maltratada e abusada.
Relatada pela própria professora, Torey Hayden, é uma história inspiradora, que nos mostra que só uma fé inabalável e um amor sem condições são capazes de chegar ao coração de uma criança aparentemente inacessível.
Considerada uma ameaça que nenhum pai nem nenhum professor querem por perto de outras crianças, Sheila dá entrada na sala de Torey, onde ficam as crianças que não se integram noutro lugar. É o princípio de uma relação que irá gerar fortes laços de afecto entre ambas, e o início de uma batalha duramente travada para esta criança desabrochar para uma vida nova de descobertas e alegria.
Desde a sua publicação, em 1980, o livro já vendeu 8 500 000 exemplares no Reino Unido e foi traduzido em 27 línguas, tendo sido um bestseller em vários países.


A autora:
Torey Hayden nasceu em 1951, em Livingston, Montana, nos EUA. Possui formação e uma longa experiência nas áreas da psicologia e educação e tem trabalhado sobretudo no ensino especial. A partir de 1979 começou a escrever as suas experiências como educadora, que deram origem a vários bestsellers. Mãe de uma menina, vive e escreve actualmente em North Wales, no Reino Unido. Possui uma página na internet.


A minha opinião:
Há tanta coisa que eu devia dizer sobre este livro. É a sua leitura é tão maravilhosa que me faltam palavras para traduzir o que senti ao lê-lo e mesmo o que sinto agora!
Nunca mais olharei da mesma forma para: travessões de criança, a obra "O Principezinho", ... m&m's (risos, risos...)
O que um gesto de amor e carinho, paciência e sinceridade podem fazer! É absolutamente incrível!
Este foi sem dúvida, até agora, o melhor livro que li este ano!
(21 de Outubro de 2007)

sexta-feira

Sinopse:

Autora nomeada e finalista do NATIONAL BOOK AWARD. O lugar para onde fugimos quando todas as paredes desabam sobre nós, é muitas vezes exactamente o que temos que rejeitar para poder sobreviver. Quando a culpa nos persegue, a vingança parece esconder-se em todas as sombras.

Danny era um jovem popular e promissor. Howie era obeso, solitário e objecto de chacota. Os dois primos ficaram marcados na adolescência por uma brincadeira com consequências trágicas que mudou as suas vidas para sempre. Principalmente a da vítima, Howie. Vinte anos mais tarde, Howie pede ajuda a Danny para restaurar um castelo na Europa de Leste. Aparentemente os papéis inverteram-se: o popular Danny é agora um desempregado a fugir de cobradores a quem nunca devia ter pedido dinheiro. E Howie é um excêntrico milionário da alta finança que sonha criar o mais invulgar retiro alguma vez imaginado. O castelo, agora em ruínas, é um lugar afundado numa herança de sangue e orgulho, invocando todos os elementos do gótico: um lago, catacumbas secretas, uma velha baronesa e uma torre misteriosamente intacta...
Após a sua chegada, Danny começa a perceber que cometeu um erro terrível: aquele refúgio perfeito transforma-se no único lugar de onde se devia manter afastado para sobreviver. Num ambiente de total paranóia, a ruína torna-se no cenário ideal para a derradeira vingança de Howie. Desta vez, uma brincadeira com resultados ainda mais catastróficos.
Enquanto isso, um homem cujo nome desconhecemos encontra-se numa prisão de alta segurança por ter cometido um crime misterioso. Na sua cela, escreve uma história inesquecível: a de dois primos que se reencontram vinte anos mais tarde para restaurar um castelo em ruínas na Europa de Leste...


Críticas da imprensa:
"Nesta novela Neo-gótica, Egan mostra que a imaginação é a maior de todas as drogas. Uma lufada de ar fresco na literatura contemporânea."
The New Yorker

"A Ruína, está a conseguir maior atenção da imprensa mundial do que o seu anterior livro, finalista do National Book Award."
Bookmarks Magazine

"Uma novela assim tão atrevida faz-nos pensar num dos mistérios mais tenebrosos. O mistério da percepção e da incerteza: onde começa a imaginação e termina a realidade... ou onde se cruzam?"
The Los Angeles Times

"Egan é uma escritora excepcional e inteligente. Umas das vozes mais interessantes da literatura contemporânea."-The Washington Post
"Visionário, hiper-realístico! O poder criativo de Egan em velocidade cruzeiro. A Ruína lê-se como Kafka, Calvino ou Poe, onde o absurdo cruza o surreal."-Elle
"Cativante. Ao terminarmos a leitura ficamos espantados com o quão real ela tornou este livro... perturbante, fantástico... credível."
The Oprah Magazine


A autora:
Jennifer Egan nasceu em Chicago e cresceu em San Francisco.
Frequentou a Universidade de Pennsylvania e o St John's College em Cambridge.
Nota:
Este livro, cujo título original é "The Keep" tem uma página na internet.


A minha opinião:
Esta sinopse leva ao engano do leitor. Enganou-me e bem! Eu a pensar que ia ler um fantástico thriller e eis que surge algo completamente diferente.
A história do castelo e dos dois primos foi por vezes contagiante e envolvente, mas de repente vemos que nada desta história é real! O que eu pensava que era o enredo principal torna-se de repente em algo secundário, e o verdadeiro enredo principal o que é na verdade real vais-se revelando aos pouquinhos.
A realidade é que um homem, de seu nome Ray e que está preso por ter morto um homem, está a escrever a história dos dois primos e da renovação de um castelo em hotel.
Mas tenho que confessar que por vezes a leitura torna-se um pouco estagnada e tive mesmo de fazer um esforço para continuar. Mesmo assim gostei muito mais do enredo secundário do que o correspondente à realidade. Isto deve-se com toda a certeza à minha veia de romântica que ficou muito insatisfeita no fim.
(19 de Outubro de 2007)

quinta-feira



A minha opinião:
Dianne sempre amou Allan McIntosh, mas casou-se com o irmão dele, Tim.
Dianne e Tim casam-se e Dianne engravida deixando o jovem casal feliz. Mas o futuro reserva-lhes uma dramática e triste surpresa.
Num exame de rotina, Dianne, ainda grávida, descobre que o bebé que cresce dentro de si tem graves problemas. Ao saber deste facto Tim tenta convencer Dianne a abortar mas ao ver que não consegue convencê-la, foge para o mar onde luta para ser o melhor lagosteiro da zona e conseguir deixar o passado para trás. Apesar de Dianne não conseguir ultrapassar este abandono de Tim, resolve ter o bebé e as piores previsões confirmam-se. A bebé - Julia - nasce com espinha bífida e síndrome de Rett, uma doença semelhante ao autismo.
Apesar da dor e óbvias dificuldades Dianne consegue criar Julia com o apoio de duas pessoas que a amam profundamente: Lucinda, a sua mãe, e Allan que se torna médico de Julia.
Na altura em que Julia tem onze anos surge uma nova personagem - Amy -, uma menina de doze anos com um profundo dilema familiar e que vai conquistar o coração de todos, especialmente o de Julia, tornando-se grandes amigas.
Um romance lindíssimo com um único senão: está editado em português apenas pelas Selecções do Livro e durante a leitura torna-se demasiado evidente os saltos na história.
Um livro que, na minha opinião, merece ser editado em português e na sua totalidade por uma editora!

A autora:

Luanne Rice

domingo

"«Passei um cheque, meti-a debaixo do casaco (...) e levei-a para casa. Tina encontrado o meu exemplar de cão-de-água. É claro que, bem no íntimo, sabia que era precisamente o contrário. Aquela cadela tinha-se deixado estar muito sossegada (...) na jaula, unicamente à cata de pais. Tinha-me encontrado a mim!»"
E assim principia o grande romance de amor entre a linda cadela que era Josephine e a sua dona, uma famosa escritora americana. É claro que em todas as relações amorosas há sempre um parceiro que domina. A autoridade de Josephine nem por um momento foi posta em causa. Até o marido de Jacqueline foi obrigado a render-se aos encantos da Josephine...

No estilo extraordinariamente vivo e espirituoso que fez dos seus livros autênticos êxitos internacionais, Jacqueline Susann dá-nos com esta obra uma outra faceta do seu talento de grande escritora.
Na diversidade do tema, o leitor não deixará de reconhecer, contudo, a capacidade de expressão manifestada em «Uma vez não basta» e «O vale das bonecas» (nº 132 e 140 desta colecção)."

A minha opinião:
Uma escrita bem-humorada sobre as peripécias de uma cadela cão-de-água (Josephine) e a sua dona, a escritora Jacqueline Susann.Gostei muito de relaxar a ler e rir de certos acontecimentos pelas quais elas passaram...
Uma leitura extremamente leve, ideal para desanuviar a cabeça.
(4 de Outubro de 2007)

sexta-feira

Um livro de banda desenhada absolutamente hilariante!
Trata-se de um livro da saga de Cathy que tem todo o humor e argúcia a que a autora já nos habituou.
Desde 1976 que esta autora, Cathy Lee Guisewite, faz muita gente sorrir e rir com a sua personagem Cathy. Esta personagem principal apresenta-se como características e questões que tanto são hilariantes como fortalecem esterótipos negativos sobre a Mulher.
Em "Os homens deviam vir com livro de instruções", Cathy Guisewite, retrata o "dilema" das relações entre um homem e uma mulher, com todas as aventuras e desventuras que aí pode advir.
Um livro para descontrair, rir e relaxar.


Cliquem nas imagens para aumentar.
(28 de Setembro de 2007)

domingo

"E se o espaço se deslocasse e o tempo se desdobrasse e pudéssemos falar cara a cara com as pessoas que fomos no passado, com as pessoas que somos em tempos de vida paralelos, em mundos alternativos? O que lhes diríamos, que lhes perguntaríamos?
Em UM. Richard Bach conta a viagem feita com a mulher, Leslie, a reinos onde a sobrevivência depende da sua capacidade de descobrirem o que outros aspectos de si próprios aprenderam ao longo de caminhos por onde nunca enveredaram, onde a imaginação e o medo são instrumentos para salvar mundos e para os destruir, onde morrer é um passo para se ultrapassar a morte."

"Não dê as costas a possíveis futuros antes de ter certeza de que não tem nada a aprender com eles."

"O que a lagarta chama de fim do mundo, o homem chama de borboleta."
Frases da autoria de Richard Bach

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Esta foi a minha primeira leitura de um livro deste autor, Richard Bach. Como não sabia com o que contar, esta leitura foi uma autêntica surpresa!
Achei interessante 'acompanhar' o autor na sua viagem através do tempo, possibilitando-nos um pequeno vislumbre do que fomos no passado e a maneira como vivenciaremos o futuro...
Uma leitura interessante de um livro que se lê muito bem.
(16 de Setembro de 2007)

"Two sisters... separate lives... one family that binds them together forever.

Emma and Joan are two daughters of the Lew family, coming of age during and after the turbulent years of World War II. Beautiful elder sister Joan hopes for a tradicional family life, but through a series of troubled relationships begins a career as a Chinese film actress.

Emma, inspired by the independence of her Aunt Go, sets her sights on an artistic life in San Francisco, only to find further solace back in Hong Kong.

In the tradition of her previous, acclaimed novels, Gail Tsukiyama creates a moving memorable story of women's experiences in Chinese culture."

"In a novel that focuses on the bonds between women and how the pull of individual destinies shapes their lives, Tsukiyama conveys the sights, sounds, and smells of a privileged Hong Kong as well as the hardships following the war. Sisters Emma (younger) and Joan (older) Lew grow up in Hong Kong with a mother determined to make a good marriage for Joan; their fiercely loyal yet enigmatic family cook, Foon; successful Auntie Go; and a mostly absent father. When World War II makes life in Hong Kong impossible, they move to Macao, where Emma finds a lifelong friend. Upon their return to Hong Kong, Auntie Go must rebuild her business; Emma feels more strongly than ever that she is meant to see the world; and Joan, not having found the love of her life, turns to acting in the Hong Kong film community. Emma departs for college in San Francisco, but she is never without the support of Auntie Go and Joan, who finds true fulfillment in her new life. "

In amazon

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A simple an intricate story about how the World War II could affect peoples lives. A simple family that starts to live the consequences of a war and the choices that two sisters make in their lifes... A story of surviving, love, and friendship... A story of a family!

(14 de Setembro de 2007)

"O que é que têm em comum a física quântica, a máfia russa, o cálculo das probabilidades, a teoria da relatividade, o póquer, a epilepsia e a espionagem?
Um teorema matemático! A estranha viagem de um homem muito para além dos limites do possível.
David Caine é epiléptico, mas com uma extraordinária capacidade para a matemática e para o cálculo mental, e passa todas as noites a jogar póquer. Mas Caine é um homem atreito a ataques epilépticos incapacitantes e, certa noite, comete um dispendioso erro de cálculo, sofrendo a convulsão mais grave que alguma vez tivera. E perde o controlo da sua vida.

Desesperado por recuperar o equilíbrio, concorda em participar nos testes de uma droga experimental com enervantes efeitos secundários. Subitamente tem visões do passado, do presente e do futuro; ou está a vislumbrar uma realidade alternativa, ou está à beira do precipício de um colapso psicótico. A química e o destino conluiaram-se para conceder a David Caine a espantosa capacidade de prever as consequências das suas acções e as probabilidades dos vários resultados; tanto dos bons como dos terríveis.
Mas com este "dom" vem um grave perigo, pois ele não é o único a conhecer o seu segredo. Poderes assustadores que operam na sombra, querem controlá-lo, forçando Caine a procurar a ajuda da mais improvável das aliadas - uma bela agente renegada da CIA, especializada nas artes da morte - numa corrida desesperada pela sobrevivência, com a sanidade segura pelo mais frágil dos fios.
Improvável é uma emocionante amálgama de acção explosiva, voltas e reviravoltas engenhosas, personagens dinâmicas, escrita entusiasmante e deduções brilhantes."
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Apesar de adorar matemática e o cálculo de probabilidades não achei que aqueles pormenores matemáticos ao início me ajudassem a 'entrar' na história e contribuíssem muito para o enredo, mas soube bem recordar certos cálculos.
Para ser sincera comecei a gostar muito mais da história a partir da página 158. A partir do momento em que a "experiência" do Dr. Tversky começa a encaminhar para algo que ele não esperava...
Para mim, foi a partir daqui que este livro verdadeiramente começou a 'aquecer' e comecei a ler bastante mais rápido tal era o meu entusiasmo.
Mesmo assim acho que este livro não é de todo dos melhores thrillers que já li. Na minha opinião, o carácter improvável de algumas partes do enredo diminui um pouco a qualidade deste livro.
(19 de Agosto de2007)