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Na cidade de Oxford, uma jovem é brutalmente assassinada e, em lugar do coração, o assassino deixa uma moeda de ouro antiga. Vinte e quatro horas depois, outra jovem é morta e encontrada com uma moeda de prata no crânio vazio.
«Equinócio é um apaixonante encontro entre misticismo e crime… um romance cativante que nos faz olhar de uma maneira diferente a literatura.»
Este livro retrata Isaac Newton (de uma forma muito curiosa e com base em factos reais) e a sua demanda pela Pedra Filosofal, através da Alquimia, da ciência, da astronomia e do ocultismo. É a partir de Newton, dos seus actos e suas consequências, que uma autêntica bola de neve se forma até chegar ao seu culminar em 2006.
No início não senti este livro a 'agarrar' a minha atenção pois acho que, apesar da descrição dos incríveis assassinatos a acção tornou-se lenta, quase um arrastar de acontecimentos. O autor apresentava um acontecimento ou facto ficcionado e 'espremeu-o' ao máximo, só depois passando à acção seguinte. Mas achei muito criativa a relação entre os assassinatos e a astronomia.
No entanto, nas últimas páginas consegui gostar bastante da história, absorvendo-me a atenção por completo como um bom livro deve fazer. O segundo e último ponto negativo deste livro é que, na minha opinião, o mau da fita foi demasiado óbvio.
Apesar disto tenho que dizer que é uma leitura razoável. Não posso considerá-lo um bom thriller, mas sim um bom livro para entreter.
Um aspecto tremendamente positivo é a quantidade de factos reais presentes nesta ficção (alguns um pouco alterados como é obvio) e o cuidado que o autor, Michael White teve em explicar aos leitores certos pormenores num último capítulo chamado "Os factos por detrás da ficção". Fiquei atónita com o que aprendi através deste último capítulo!
David Caine é epiléptico, mas com uma extraordinária capacidade para a matemática e para o cálculo mental, e passa todas as noites a jogar póquer. Mas Caine é um homem atreito a ataques epilépticos incapacitantes e, certa noite, comete um dispendioso erro de cálculo, sofrendo a convulsão mais grave que alguma vez tivera. E perde o controlo da sua vida.
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"É Semana Santa em Sevilha, a Semana da Páscoa de Paixão e Procissões. Um empresário de renome é encontado atado, amordaçado e morto em frente da sua televisão. As feridas auto-inflingidas deixam perceber a luta que travou para evitar o horror das imagens que foi forçado a ver. Quando confrontado com esta macabra cena, o Detective de homicídios Javier Falcón sente um medo inexplicável. O que é que podia ser tão terrível? A investigação da vida turbulenta da vítima arrasta Falcón através do seu passado e dos misteriosos diários do seu falecido pai, um artista mundialmente conhecido. Revelações dolorosas agitam a memória de Falcón e mais assassínios ocorrem, impelindo-o para a revelaçõa da terrífica verdade. E ele compreende que não se trata só da caça ao assassino que tudo vê, que conhece as vidas secretas das suas vítimas, mas também da procura da sua alma perdida."
(7 de Fevereiro de 2007)
Este livro é o segundo desta autora publicado através da colecção «O fio da navalha». O ponto de partida é o caso de uma escritora fugitiva que estranhamente abre a porta ao próprio assassino, expondo-se a uma morte atroz e violenta. À medida que a Dra Kay Scarpetta, médica legista, e o polícia Marino investigam o estranho caso, mais próximos estarão deste assassino invulgar, arriscando mesmo as próprias vidas.Já há muito tempo que não lia um livro tão rapidamente e avidamente!
(04/01/2007)